1. O Instituto Nacional do Seguro Social - INSS envia anualmente, via correio, o comprovante de Rendimentos Pagos e de Retenção de Imposto de Renda na Fonte para fins de Declaração de Imposto de Renda a todos os beneficiário. Entretanto, por conta de dados de endereço incorretos ou incompletos, o mesmo pode não ser entregue ou atrasar.
2. Visando proporcionar maior comodidade aos aposentados, pensionistas e outros beneficiários e evitar deslocamentos desnecessários até uma Agência do INSS, informamos que está disponível por meio do site da Previdência Social a emissão do referido Comprovante de Rendimentos.
3. O acesso é realizado pelo endereço www.previdencia.gov.br no quadro: AGÊNCIA ELETRÔNICA: SEGURADO clicando na opção Extrato para imposto de renda ou diretamente no endereço eletrônico: http://www010.dataprev.gov.br/cws/contexto/irpf01/index.html.
Atenciosamente,
José Crispim Correa
Gerência Executiva do INSS em Florianópolis - SC
Gerente
sexta-feira, 30 de março de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
MEI: muda regra de pagamento de funcionário
O MEI (Microempreendedor Individual) que tiver um funcionário terá que seguir as instruções da Resolução nº 98, do CGSN (Comitê Gestor do Simples Nacional).
Fonte: CRC SP
A Resolução, publicada no Diário Oficial da União, de 19 de março de 2012, alterou os artigos 16, 66, 91, 96, 100, 127 e 129 da Resolução CGSN nº 1, de 19 de março de 2007.
O Artigo 96, modificado pela Resolução CGSN nº 98, explicita que “o MEI poderá contratar um único empregado que receba um salário mínimo previsto em lei estadual ou o piso da categoria profissional, definido em lei federal ou por convenção coletiva da categoria”.
O funcionário do MEI pode receber valores a título de horas extras e adicionais de insalubridade, periculosidade e por trabalho noturno, bem como os relacionados aos demais direitos constitucionais do trabalhador, mesmo que estes ultrapassem o teto salarial estipulado.
No entanto, haverá descumprimento da lei se o salário for acrescido por gratificações, gorjetas, percentagens, abonos e demais remunerações variáveis. Isso implicaria em mudança na condição da figura do microempreendedor individual.
Fonte: CRC SP
Notícia: Projeto prevê férias conjuntas para casais que trabalham em empresas diferentes
O projeto ainda prevê que as férias serão concedidas em dois períodos, assegurando ao empregado o direito de gozar pelo menos dez dias na companhia do seu cônjuge .
A Câmara analisa projeto que prevê a unificação do período de férias de casais que trabalham em empresas diferentes. A proposta (Projeto de Lei 3289/12), do deputado Marçal Filho (PMDB-MS), inclui dispositivos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5452/43).
Pelo texto, para que o casal possa ter direito a tirar férias no mesmo período, o trabalhador deverá esperar que o patrão do cônjuge que está empregado há mais tempo defina o período de descanso. Só então, deverá comunicar ao seu empregador, com antecedência mínima de 30 dias, que a esposa ou marido estará em férias a partir da referida data e requerer a unificação.
O projeto ainda prevê que as férias serão concedidas em dois períodos, assegurando ao empregado o direito de gozar pelo menos dez dias na companhia do seu cônjuge. O benefício abrange também a união duradoura, pública, contínua e com intuito de constituir família, conforme preceitua o Código Civil Brasileiro.
O autor argumenta que hoje em dia, os pais e os filhos, como também os cônjuges têm tido pouca oportunidade de conviver. "Atualmente a lei já garante esse direito aos membros de uma família que trabalharem no mesmo estabelecimento ou empresa. Já os casais que trabalham em empresas diferentes não são amparados (por lei) para que as férias coincidam", afirmou
Fonte: Portal administradores
A Câmara analisa projeto que prevê a unificação do período de férias de casais que trabalham em empresas diferentes. A proposta (Projeto de Lei 3289/12), do deputado Marçal Filho (PMDB-MS), inclui dispositivos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5452/43).
Pelo texto, para que o casal possa ter direito a tirar férias no mesmo período, o trabalhador deverá esperar que o patrão do cônjuge que está empregado há mais tempo defina o período de descanso. Só então, deverá comunicar ao seu empregador, com antecedência mínima de 30 dias, que a esposa ou marido estará em férias a partir da referida data e requerer a unificação.
O projeto ainda prevê que as férias serão concedidas em dois períodos, assegurando ao empregado o direito de gozar pelo menos dez dias na companhia do seu cônjuge. O benefício abrange também a união duradoura, pública, contínua e com intuito de constituir família, conforme preceitua o Código Civil Brasileiro.
O autor argumenta que hoje em dia, os pais e os filhos, como também os cônjuges têm tido pouca oportunidade de conviver. "Atualmente a lei já garante esse direito aos membros de uma família que trabalharem no mesmo estabelecimento ou empresa. Já os casais que trabalham em empresas diferentes não são amparados (por lei) para que as férias coincidam", afirmou
Fonte: Portal administradores
Você sabe o que fazer antes e durante um processo de renegociação de dívida?
Quando a situação começa a ficar insustentável, é possível apelar, por exemplo, para a renegociação das dívidas.
Falando de finanças pessoais, o melhor dos mundos é quando tudo que você recebe ao final do mês é suficiente para pagar todas as contas. O problema é que isso nem sempre acontece e as dívidas vão se acumulando e pesando cada vez mais no orçamento. Quando a situação começa a ficar insustentável, é possível apelar, por exemplo, para a renegociação das dívidas.
Educadores financeiros explicam, porém, que antes de se dirigir ao banco, decidido a lutar por taxas de juros menores e prazos maiores, o consumidor deve fazer uma boa análise da sua atual situação financeira. “Se ele não souber o quanto ele tem e quanto ele terá disponível para pagar, ele não vai conseguir avaliar uma proposta do banco”, explica o economista e professor de finanças Richard Rytenband.
Analisando a capacidade de pagamento
E isso acontece muito. Devedores em péssima situação vão ao banco sem ter clara qual sua realidade financeira, aceitam qualquer proposta e, em poucos meses, a situação volta a ficar complicada. Assim, o processo de renegociação de uma dívida deve começar muito antes de ir ao banco.
Após analisar sua capacidade de pagamento nos próximos meses, veja quais são suas dívidas e organize-as seguindo uma ordem de prioridade, das mais caras, ou seja, que tem juros mais elevados, até as mais baratas.
O vice-presidente de planejamento do Ibef (Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças), Mauri Mendes, sugere que o consumidor tente pagar as contas menores, que são mais difíceis de serem renegociadas. Depois, vale ir ao banco e tentar renegociar as contas de maior valor. Uma boa renegociação é quando o consumidor consegue alterar sua dívida de modo que ela caiba na sua atual realidade financeira, por isso, de novo, é essencial que ele tenha clara a sua situação.
Lógica bancária
Dentro da lógica bancária, Mendes explica que os bancos estão, sim, interessados em ajudar o devedor, porque não é vantagem nenhuma para a instituição manter uma situação que vá gerar inadimplência. “O banco está interessado que você pague”, diz Mendes. Por isso, ele vai se mostrar flexível.
Mas é importante lembrar que a paciência do banco não é infinita. Ou seja, se você decidiu sentar para discutir novas taxas e novos prazos, faça isso com o máximo de segurança que, dessa vez, você será capaz de arcar com elas, pois os bancos não costumam ser tão receptíveis com pedidos reincidentes de renegociação.
A renegociação da dívida vai depender da política de cada banco, mas, no caso das dívidas menores, vale a pena tentar uma redução dos juros, pois estas são mais difíceis de serem alongadas. Nas dívidas maiores, os bancos tendem a ser mais flexíveis tanto em relação às taxas de juros quanto aos prazos, conforme explica Mendes.
Para chegar a uma situação ideal, é importante que o consumidor saiba que vai depender mais dele do que apenas do banco. Isso porque a situação ideal é aquela que cabe no orçamento do devedor, que precisa ter bem clara qual sua capacidade de pagamento. Ao fazer o planejamento financeiro, inclusive, o consumidor consegue identificar quais os gastos desnecessário que podem ser eliminados, o que aumentará sua capacidade de pagamento.
À vista
Se a ideia da renegociação for fazer o pagamento à vista de uma dívida longa, há dois pontos a serem observados. “Se ele vai trazer uma série de parcelas para o valor presente, o banco deve retirar por inteiro os juros futuros que deveriam ser pagos”, explica Mendes.
Além disso, o consultor sugere que o devedor solicite uma redução do montante da dívida, por contas dos altos juros que já foram pagos nas primeiras parcelas. Lembre-se de que o dinheiro tem um valor ao longo do tempo. As parcelas que já foram pagas tiveram juros e as que seriam pagas também consideravam os encargos financeiros.
Renegociação coletiva
No processo de renegociação de dívidas, Rytenband ainda lembra de uma modalidade nova, a renegociação coletiva. Empresas especializadas nesse trabalho reúnem uma série de devedores e tentam renegociar com os bancos, diz o economista, “contando com um poder de barganha muito maior”.
A sugestão é que o consumidor procure por esse serviço em situação de grande endividamento. De fato, será preciso arcar com os custos dessas empresas, mas, por serem especializadas nesse serviço e atuarem de forma coletiva, o custo pode compensar, segundo explica o economista.
Sinceridade
Por fim, ambos os especialistas concordam que, na hora de renegociar uma dívida, é preciso ser o mais honesto possível. O banco precisa entender sua situação e realidade financeira. Deixe claro os problemas que o levaram a chegar em tal situação, como desemprego e problemas de saúde, por exemplo. E também não adianta fingir que sua capacidade de pagamento é maior do que realmente é. Se você não conseguir novamente arcar com os pagamentos, a próxima renegociação não será tão simples.
Fonte: InfoMoney
Falando de finanças pessoais, o melhor dos mundos é quando tudo que você recebe ao final do mês é suficiente para pagar todas as contas. O problema é que isso nem sempre acontece e as dívidas vão se acumulando e pesando cada vez mais no orçamento. Quando a situação começa a ficar insustentável, é possível apelar, por exemplo, para a renegociação das dívidas.
Educadores financeiros explicam, porém, que antes de se dirigir ao banco, decidido a lutar por taxas de juros menores e prazos maiores, o consumidor deve fazer uma boa análise da sua atual situação financeira. “Se ele não souber o quanto ele tem e quanto ele terá disponível para pagar, ele não vai conseguir avaliar uma proposta do banco”, explica o economista e professor de finanças Richard Rytenband.
Analisando a capacidade de pagamento
E isso acontece muito. Devedores em péssima situação vão ao banco sem ter clara qual sua realidade financeira, aceitam qualquer proposta e, em poucos meses, a situação volta a ficar complicada. Assim, o processo de renegociação de uma dívida deve começar muito antes de ir ao banco.
Após analisar sua capacidade de pagamento nos próximos meses, veja quais são suas dívidas e organize-as seguindo uma ordem de prioridade, das mais caras, ou seja, que tem juros mais elevados, até as mais baratas.
O vice-presidente de planejamento do Ibef (Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças), Mauri Mendes, sugere que o consumidor tente pagar as contas menores, que são mais difíceis de serem renegociadas. Depois, vale ir ao banco e tentar renegociar as contas de maior valor. Uma boa renegociação é quando o consumidor consegue alterar sua dívida de modo que ela caiba na sua atual realidade financeira, por isso, de novo, é essencial que ele tenha clara a sua situação.
Lógica bancária
Dentro da lógica bancária, Mendes explica que os bancos estão, sim, interessados em ajudar o devedor, porque não é vantagem nenhuma para a instituição manter uma situação que vá gerar inadimplência. “O banco está interessado que você pague”, diz Mendes. Por isso, ele vai se mostrar flexível.
Mas é importante lembrar que a paciência do banco não é infinita. Ou seja, se você decidiu sentar para discutir novas taxas e novos prazos, faça isso com o máximo de segurança que, dessa vez, você será capaz de arcar com elas, pois os bancos não costumam ser tão receptíveis com pedidos reincidentes de renegociação.
A renegociação da dívida vai depender da política de cada banco, mas, no caso das dívidas menores, vale a pena tentar uma redução dos juros, pois estas são mais difíceis de serem alongadas. Nas dívidas maiores, os bancos tendem a ser mais flexíveis tanto em relação às taxas de juros quanto aos prazos, conforme explica Mendes.
Para chegar a uma situação ideal, é importante que o consumidor saiba que vai depender mais dele do que apenas do banco. Isso porque a situação ideal é aquela que cabe no orçamento do devedor, que precisa ter bem clara qual sua capacidade de pagamento. Ao fazer o planejamento financeiro, inclusive, o consumidor consegue identificar quais os gastos desnecessário que podem ser eliminados, o que aumentará sua capacidade de pagamento.
À vista
Se a ideia da renegociação for fazer o pagamento à vista de uma dívida longa, há dois pontos a serem observados. “Se ele vai trazer uma série de parcelas para o valor presente, o banco deve retirar por inteiro os juros futuros que deveriam ser pagos”, explica Mendes.
Além disso, o consultor sugere que o devedor solicite uma redução do montante da dívida, por contas dos altos juros que já foram pagos nas primeiras parcelas. Lembre-se de que o dinheiro tem um valor ao longo do tempo. As parcelas que já foram pagas tiveram juros e as que seriam pagas também consideravam os encargos financeiros.
Renegociação coletiva
No processo de renegociação de dívidas, Rytenband ainda lembra de uma modalidade nova, a renegociação coletiva. Empresas especializadas nesse trabalho reúnem uma série de devedores e tentam renegociar com os bancos, diz o economista, “contando com um poder de barganha muito maior”.
A sugestão é que o consumidor procure por esse serviço em situação de grande endividamento. De fato, será preciso arcar com os custos dessas empresas, mas, por serem especializadas nesse serviço e atuarem de forma coletiva, o custo pode compensar, segundo explica o economista.
Sinceridade
Por fim, ambos os especialistas concordam que, na hora de renegociar uma dívida, é preciso ser o mais honesto possível. O banco precisa entender sua situação e realidade financeira. Deixe claro os problemas que o levaram a chegar em tal situação, como desemprego e problemas de saúde, por exemplo. E também não adianta fingir que sua capacidade de pagamento é maior do que realmente é. Se você não conseguir novamente arcar com os pagamentos, a próxima renegociação não será tão simples.
Fonte: InfoMoney
Notícia: Micro e pequenas empresas inativas têm até sexta-feira para entregar Declaração Simplificada da PJ
Multa para quem atrasar ou não entregar a declaração é de R$ 200, emitida automaticamente no momento da regularização
O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) explica que uma empresa é considerada inativa quando não efetuou qualquer atividade operacional, não-operacional, patrimonial ou financeira, inclusive no que diz respeito à investimentos no período em questão.
A DSPJ - Inativa 2012 deve ser entregue no site da Receita Federal e a empresa que não fizer a declaração, ou enviá-la após a data limite, pagará multa de R$ 200,00, emitida automaticamente no momento da entrega em atraso. Para fazer correções, é preciso fornecer o número do recibo da declaração original.
Outras declarações
A empresa que emitir a DSPJ - Inativa 2012 não deve emitir os seguintes documentos: Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF); Declaração de Informações Econômico-fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ) e Declaração de Serviços Médicos e de Saúde (DMED). As microempresas (ME) e as empresas de pequeno porte (EPP) optantes do Simples Nacional que permaneceram inativas entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2011 também estão dispensadas de prestar contas com a Receita Federal .
Caso o contribuinte tenha enviado a DSPJ – Inativa 2012 indevidamente e precise transmitir a Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF), a Declaração de Informações Econômico-fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ) ou a Declaração de Serviços Médicos e de Saúde (DMED) e quiser anular a declaração de inativo deve fazer uma retificação da DSPJ – Inativa 2012 e assinalar a opção “Não” na pergunta: "A pessoa jurídica acima identificada, por seu representante legal, declara que permaneceu, durante todo o período (data) sem efetuar qualquer atividade operacional, não operacional, financeira ou patrimonial?".
Fonte: ESTADÃO PME
segunda-feira, 26 de março de 2012
Empreendedores Individuais estão próximos a 2,2 milhões
A quantidade de empreendedores individuais formalizados está próxima de dois milhões e duzentos mil. A maior parte desses empreendedores se concentra na região sudeste, com mais de um milhão de formalizações. O Programa do empreendedor Individual está entre as principais metas do governo federal para os próximos anos. O secretário de Políticas de Previdência Social, Leonardo Rolim, afirma que o sucesso do programa é reflexo das ações do governo de Dilma Roussef.
Segundo o Secretário de Políticas de Previdência Social, Leonardo Rolim: “Isso mostra o sucesso da medida da presidenta Dilma de redução da alíquota para 5%. E também já é algum reflexo da medida de aumento do limite de faturamento para 60 mil reais anual. Mas acreditamos que vamos ter uma aceleração ainda maior na entrada de novos empreendedores individuais”.
O Plano Plurianual prevê a meta de elevar para três milhões o número de empreendedores individuais formalizados no país. Para fazer o cadastro é muito simples: basta acessar o portal do empreendedor em www.portaldoempreendedor.gov.br e informar os dados cadastrais.
Camilla Andrade | De Brasília
Fonte: Previdencia Social
Segundo o Secretário de Políticas de Previdência Social, Leonardo Rolim: “Isso mostra o sucesso da medida da presidenta Dilma de redução da alíquota para 5%. E também já é algum reflexo da medida de aumento do limite de faturamento para 60 mil reais anual. Mas acreditamos que vamos ter uma aceleração ainda maior na entrada de novos empreendedores individuais”.
O Plano Plurianual prevê a meta de elevar para três milhões o número de empreendedores individuais formalizados no país. Para fazer o cadastro é muito simples: basta acessar o portal do empreendedor em www.portaldoempreendedor.gov.br e informar os dados cadastrais.
Camilla Andrade | De Brasília
Fonte: Previdencia Social
terça-feira, 20 de março de 2012
Dicas para A SUA DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA - IRPF
Por Júlio César Zanluca
Chegou a época da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda. É a hora de calcular a restituição do imposto retido a mais no ano anterior, ou, ao contrário, ter que pagar mais imposto.
Como se trata de uma obrigação do contribuinte, não há como escapar dela, então, o jeito é tentar da melhor forma possível atender à legislação e precaver-se antecipadamente contra erros e atropelos de última hora.
Afinal, como encarar a burocracia, e tentar restituir o máximo possível (ou ainda pagar o menor imposto)?
Seguem algumas dicas:
Entregue Dentro do Prazo
Evite pagar multas por atraso na entrega, vá se preparando já, pois o prazo final para entrega é 30 de abril. Mas não deixe para a última hora! Os computadores da Receita Federal ficam sobrecarregados nos últimos dias do prazo final de entrega, dificultando a recepção da declaração.
Organize os Documentos e Informações
Se você faz parte dos contribuintes que precisam entregar a declaração, é bom começar a juntar todos os documentos e informações (como saldos de conta corrente, poupança, fundos, previdência, comprovantes de renda) e recibos necessários ao preenchimento da declaração.
É por meio dos comprovantes remetidos pelos bancos e fontes pagadoras que você poderá saber o quanto possuía na sua conta corrente, quanto tinha investido e quanto já pagou de imposto de renda. Lembre-se que, tanto nos salários, quanto nos demais rendimentos, você paga imposto direto na fonte, e este montante - se não for tributado de forma exclusiva (como no caso do 13º salário), pode ser descontado na hora de calcular seu imposto a pagar ou permitir uma maior restituição.
Se sua intenção for declarar pelo formulário completo e deduzir despesas médicas e com educação, ou até mesmo dependentes, além dos extratos de rendimentos, você precisa arquivar todos os recibos de despesas.
A opção pela apresentação da Declaração de Ajuste Anual Simplificada implica a substituição das deduções previstas na legislação tributária - portanto, não caia no comodismo de pensar que a mesma é melhor opção para você, só porque é mais fácil de preencher!
Em alguns casos estas despesas estão limitadas a um teto máximo, como é o caso das despesas de educação. Mas nas despesas médicas não há limite, e você precisa ter todos os comprovantes de pagamento em mãos (sejam recibos ou cópias dos cheques nominais) para saber o quanto efetivamente gastou.
Não Deixe para a Ultima Hora!
A preparação da declaração do Imposto de Renda é uma tarefa que exige tempo e concentração. Lembre-se que qualquer erro ou inconsistência pode fazer sua declaração ficar retida na malha fina.
Portanto, aja com antecedência. Tire suas dúvidas antes, baixe o programa, escolha o formulário que permita uma maior dedução (declaração completa ou simplificada), arquive todos os documentos em uma só pasta, etc.
Se tiver restituição, cadastre uma conta que você utiliza com frequência. Mas cuidado para não se esquecer, fechando esta conta no decorrer do ano - isto dificultará o recebimento do seu crédito.
Ajuda Profissional não Dispensa Organização de Documentos e Informações!
Se você irá preencher a declaração sem ajuda profissional, faça o download do programa e aproveite para navegar em todos os campos com calma e controle se suas contas estão corretas. Antes de fazer a entrega da declaração, recomendo imprimir uma versão para rever uma última vez todos os dados.
Mas se você for contratar um contador para preenchimento, é importante que tenha toda a documentação necessária para que este prepare sua declaração sem pressa. Não deixe para a última hora, pois esta é a época mais atarefada destes profissionais e, se você não entregar a documentação a tempo, ou entregá-la de forma incorreta, haverá maiores possibilidades de ocorrerem erros na declaração. Convenhamos, isto não será culpa do profissional. Não deixe para a última hora!
Checagem Geral
Antes de entregar sua declaração, faça as seguintes checagens:
- Suas contas estão corretas?
- Você incluiu nos seus rendimentos os rendimentos de aplicações financeiras, lucros e dividendos que justificam variação patrimonial (acréscimo de patrimônio)?
- Você informou as dívidas que justificam as aquisições de bens ou direitos de valores vultosos?
- Você informou seus bens e direitos de forma completa, e nos valores corretos?
- Você informou corretamente o que já havia pago de imposto na fonte, ou através de recolhimento antecipado, no ano anterior?
- Se você é casado, já fez as contas se vale mais a pena declarar separado ou em conjunto?
- Analisou com cuidado qual modelo de declaração vale mais a pena no seu caso, o simplificado ou o completo? Se você tem muitas despesas para deduzir, o esforço extra vale a pena e é melhor optar pelo formulário completo.
- Não esqueceu de incluir rendimentos tributáveis, como aqueles recebidos de forma eventual, e que podem facilmente ser cruzados pela Receita Federal (como aqueles rendimentos advindos de empresas, que são informados na DIRF)?
- Seus rendimentos são compatíveis com a variação do seu patrimônio? Cheque através da planilha de variação patrimonial - IRPF.
Dicas Finais
Prefira declarar pelo programa - isto evitará erros de cálculos e permitirá uma restituição mais rápida, se você entregar a mesma pela internet.
Lembre-se que não é possível evitar esta época do ano, de forma que o melhor é tentar se antecipar e planejar sua declaração. Não só você vai tornar esta uma experiência mais tranquila, como também pode se beneficiar do fato de entregar sua declaração antecipadamente, pois a Receita tende a analisar as declarações por ordem de chegada e, com isto, sua restituição pode sair mais rápido.
Mas de nada adianta ser o primeiro a entregar a declaração, se ela está cheia de erros e inconsistências. Neste caso, tudo o que você irá conseguir é ser o primeiro a ter sua declaração retida na malha fina da Receita Federal.
Publicado em: http://www.portaltributario.com.br/noticias/dicasirpf.htm
Chegou a época da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda. É a hora de calcular a restituição do imposto retido a mais no ano anterior, ou, ao contrário, ter que pagar mais imposto.
Como se trata de uma obrigação do contribuinte, não há como escapar dela, então, o jeito é tentar da melhor forma possível atender à legislação e precaver-se antecipadamente contra erros e atropelos de última hora.
Afinal, como encarar a burocracia, e tentar restituir o máximo possível (ou ainda pagar o menor imposto)?
Seguem algumas dicas:
Entregue Dentro do Prazo
Evite pagar multas por atraso na entrega, vá se preparando já, pois o prazo final para entrega é 30 de abril. Mas não deixe para a última hora! Os computadores da Receita Federal ficam sobrecarregados nos últimos dias do prazo final de entrega, dificultando a recepção da declaração.
Organize os Documentos e Informações
Se você faz parte dos contribuintes que precisam entregar a declaração, é bom começar a juntar todos os documentos e informações (como saldos de conta corrente, poupança, fundos, previdência, comprovantes de renda) e recibos necessários ao preenchimento da declaração.
É por meio dos comprovantes remetidos pelos bancos e fontes pagadoras que você poderá saber o quanto possuía na sua conta corrente, quanto tinha investido e quanto já pagou de imposto de renda. Lembre-se que, tanto nos salários, quanto nos demais rendimentos, você paga imposto direto na fonte, e este montante - se não for tributado de forma exclusiva (como no caso do 13º salário), pode ser descontado na hora de calcular seu imposto a pagar ou permitir uma maior restituição.
Se sua intenção for declarar pelo formulário completo e deduzir despesas médicas e com educação, ou até mesmo dependentes, além dos extratos de rendimentos, você precisa arquivar todos os recibos de despesas.
A opção pela apresentação da Declaração de Ajuste Anual Simplificada implica a substituição das deduções previstas na legislação tributária - portanto, não caia no comodismo de pensar que a mesma é melhor opção para você, só porque é mais fácil de preencher!
Em alguns casos estas despesas estão limitadas a um teto máximo, como é o caso das despesas de educação. Mas nas despesas médicas não há limite, e você precisa ter todos os comprovantes de pagamento em mãos (sejam recibos ou cópias dos cheques nominais) para saber o quanto efetivamente gastou.
Não Deixe para a Ultima Hora!
A preparação da declaração do Imposto de Renda é uma tarefa que exige tempo e concentração. Lembre-se que qualquer erro ou inconsistência pode fazer sua declaração ficar retida na malha fina.
Portanto, aja com antecedência. Tire suas dúvidas antes, baixe o programa, escolha o formulário que permita uma maior dedução (declaração completa ou simplificada), arquive todos os documentos em uma só pasta, etc.
Se tiver restituição, cadastre uma conta que você utiliza com frequência. Mas cuidado para não se esquecer, fechando esta conta no decorrer do ano - isto dificultará o recebimento do seu crédito.
Ajuda Profissional não Dispensa Organização de Documentos e Informações!
Se você irá preencher a declaração sem ajuda profissional, faça o download do programa e aproveite para navegar em todos os campos com calma e controle se suas contas estão corretas. Antes de fazer a entrega da declaração, recomendo imprimir uma versão para rever uma última vez todos os dados.
Mas se você for contratar um contador para preenchimento, é importante que tenha toda a documentação necessária para que este prepare sua declaração sem pressa. Não deixe para a última hora, pois esta é a época mais atarefada destes profissionais e, se você não entregar a documentação a tempo, ou entregá-la de forma incorreta, haverá maiores possibilidades de ocorrerem erros na declaração. Convenhamos, isto não será culpa do profissional. Não deixe para a última hora!
Checagem Geral
Antes de entregar sua declaração, faça as seguintes checagens:
- Suas contas estão corretas?
- Você incluiu nos seus rendimentos os rendimentos de aplicações financeiras, lucros e dividendos que justificam variação patrimonial (acréscimo de patrimônio)?
- Você informou as dívidas que justificam as aquisições de bens ou direitos de valores vultosos?
- Você informou seus bens e direitos de forma completa, e nos valores corretos?
- Você informou corretamente o que já havia pago de imposto na fonte, ou através de recolhimento antecipado, no ano anterior?
- Se você é casado, já fez as contas se vale mais a pena declarar separado ou em conjunto?
- Analisou com cuidado qual modelo de declaração vale mais a pena no seu caso, o simplificado ou o completo? Se você tem muitas despesas para deduzir, o esforço extra vale a pena e é melhor optar pelo formulário completo.
- Não esqueceu de incluir rendimentos tributáveis, como aqueles recebidos de forma eventual, e que podem facilmente ser cruzados pela Receita Federal (como aqueles rendimentos advindos de empresas, que são informados na DIRF)?
- Seus rendimentos são compatíveis com a variação do seu patrimônio? Cheque através da planilha de variação patrimonial - IRPF.
Dicas Finais
Prefira declarar pelo programa - isto evitará erros de cálculos e permitirá uma restituição mais rápida, se você entregar a mesma pela internet.
Lembre-se que não é possível evitar esta época do ano, de forma que o melhor é tentar se antecipar e planejar sua declaração. Não só você vai tornar esta uma experiência mais tranquila, como também pode se beneficiar do fato de entregar sua declaração antecipadamente, pois a Receita tende a analisar as declarações por ordem de chegada e, com isto, sua restituição pode sair mais rápido.
Mas de nada adianta ser o primeiro a entregar a declaração, se ela está cheia de erros e inconsistências. Neste caso, tudo o que você irá conseguir é ser o primeiro a ter sua declaração retida na malha fina da Receita Federal.
Publicado em: http://www.portaltributario.com.br/noticias/dicasirpf.htm
Assinar:
Postagens (Atom)