sexta-feira, 22 de junho de 2012

Aumento salarial sindicatos do Vestuário Indaial e Timbó

Conforme comunicado dos SINDICATOS DOS TRABALHADORES  NAS  INDÚSTRIAS DE FIAÇÃO, TECELAGEM E VESTUÁRIO  DE  INDAIAL E TIMBÓ, para essa categoria foi repassado o aumento de 6,30 %   à partir de 01/04/2012, ou seja: deverá ser colocado na folha de junho (paga em julho) uma verba pagando a diferença salarial dos últimos dois meses, ou gerado uma folha complementar, e ainda novos pisos:

A partir de 01/07/2012 
·Piso Inicial   R$ 725,00
·Piso Efetivo  R$ 830,00 
(após 90 dias de trabalho)
Dentre outras mudanças.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Trabalhar para quê? - Aprendendo a ser empreendedor

Por que você trabalha? O que te motiva a trabalhar todos os dias e que tipo de legado você quer deixar?
É fato que a forma como nos relacionamos com o trabalho tem sofrido muitas e significativas mudanças com o passar do tempo. 
Diante desse fato, eu pergunto: qual o seu conceito de trabalho?
Essa é uma fascinante pergunta que precisamos saber responder, antes de qualquer coisa, para nós mesmos. Quando não paramos para refletir sobre o que "trabalhar" realmente significa para nós, enfrentamos imensa dificuldade em reconhecer valor no que fazemos, em alcançar satisfação pessoal por meio do que fazemos.
Sabemos que a construção da nossa trajetória profissional está cada vez mais sob nossa responsabilidade e que a busca e a escolha dos sucessivos passos que a compõem são decisões que devemos tomar, diante de um cenário de negócios complexo, dinâmico e diverso.
As inúmeras alternativas de profissões, ocupações, vínculos trabalhistas, formas de reconhecimento e recompensa, meios para execução das atividades, etc. nos remetem à necessidade de repensar nosso conceito de trabalho, mas, também, aumentam a dificuldade de fazê-lo.
Para as pessoas que já entenderam as novas regras desse jogo, esse é um "instigante" problema. Para as que ainda acreditam que não devem começar a jogá-lo, representa um problema "insolúvel". Para essas, os outros vão ser sempre os culpados por não serem reconhecidos e por não estarem satisfeitos por trabalharem com algo de que não se orgulham.
Começando a jogar, o primeiro passo é construir suas respostas para perguntas como: Por que você trabalha? Que tipos de atividade o motivam? Quais papéis você gostaria de desempenhar? Que quantidade de horas você desejaria dedicar ao trabalho remunerado? E ao não remunerado? Que legado a continuidade dessa atuação vai te permitir deixar? Como o faz sentir? Que obstáculos você identifica?
Lógico que é muito difícil gerenciarmos nossa relação com o trabalho, principalmente porque são muitas as variáveis envolvidas e, muitas delas, não estão sob nosso controle. Porém, tomarmos as rédeas desse processo é o caminho menos doloroso para endereçar a questão.
Para nós, empreendedores, o trabalho de casa é dobrado. Ter funcionários que se posicionam como o principal responsável por suas carreiras representa para nós a exigência de uma postura diferente como empregador.
Uma postura que depende da demonstração clara do nosso interesse em compreender o que significa realização para o outro, que demanda uma maior capacidade de resposta às reflexões que os funcionários trazem. Uma postura que pede maior habilidade e dedicação de tempo para explicarmos nossos sonhos grandes e de que forma esses sonhos se tornam interessantes para os que dele decidirem compartilhar.
As respostas não têm que ser sempre positivas. Sabemos que o “NÃO” faz parte do jogo e nos ajuda a desenvolver alternativas, e isso é algo que empregadores e empregados devem aprender já para viabilizar esse jogo.
Acredito, sinceramente, que o sentido que atribuímos ao ato de trabalhar e como o colocamos em prática, como empregados ou empregadores, impacta significativamente nas nossas realizações, na qualidade das nossas vidas.
Bom trabalho!
 
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 Cláudia Klein é sócia da Argumentare, atua como Coach, palestrante e consultora de gestão. 

Fonte: http://www.endeavor.org.br/endeavor_mag/start-up/aprendendo-a-ser-empreendedor/trabalhar-para-que

Demitido por não voltar ao trabalho após alta, acidentado perde direito a estabilidade

A Justiça do Trabalho de Santa Catarina deu ganho de causa à empresa, ao reconhecer a justa causa por abandono de emprego - decisão mantida pela Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho, ao não conhecer do recurso de revista do trabalhador.




A atitude de um empregado da Marjai Captura e Comércio de Pescados Ltda. de não retornar ao trabalho após recebimento da alta médica causou sua demissão por justa causa e a perda da estabilidade provisória, garantida a quem sofre acidente de trabalho. A Justiça do Trabalho de Santa Catarina deu ganho de causa à empresa, ao reconhecer a justa causa por abandono de emprego - decisão mantida pela Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho, ao não conhecer do recurso de revista do trabalhador.

O Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região observou, ao julgar recurso do trabalhador, não haver dúvidas de que, ao sofrer o acidente de trabalho, ele preencheu os requisitos estabelecidos na Súmula 378 , item II, do TST, para a concessão de estabilidade. Porém, isso não era razão para impedir sua demissão, porque o abandono de emprego deu motivo para a rescisão do contrato.

O Regional entendeu que a justa causa estava bem delineada na contestação da empresa e não foi refutada pelo próprio trabalhador. Além disso, ficou comprovado que, após a alta previdenciária e antes da dispensa, ele prestou serviços para outros empregadores.

TST
Ao interpor recurso ao TST, o ex-empregado argumentou que tinha direito à garantia de emprego porque a empresa não comprovou a justa causa, e que a decisão regional contrariou a Súmula 378 do TST. Porém, segundo o relator do recurso de revista, ministro Pedro Paulo Manus, não se pode falar que a empresa não comprovou a justa causa, porque a decisão regional registrou que ela ocorreu. Para decidir em sentido contrário, seria necessário examinar as provas dos autos, o que é vedado pela Súmula 126 do TST.
Além disso, o relator considerou inespecífica a indicação de contrariedade ao item II da Súmula 378 , que não trata da hipótese de dispensa por justa causa durante o período de estabilidade. Com entendimento unânime, a Sétima Turma não conheceu do recurso de revista do trabalhador.

Processo: RR - 513400-78.2007.5.12.0047
Esta matéria tem caráter informativo, sem cunho oficial.
Permitida a reprodução mediante citação da fonte.
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Tribunal Superior do Trabalho
Tel.  (61) 3043-4907 
imprensa@tst.jus.br
(Lourdes Tavares/CF)


Fonte: Tribunal Superior do Trabalho

Prorrogação na entrega da DASN-SIMEI



Tendo em vista a não disponibilização do aplicativo para a entrega da citada declaração, o prazo será prorrogado para data ainda a ser definida.

Segundo o Comitê Gestor do Simples Nacional, vence no próximo dia 30 de junho o prazo de entrega da Declaração Anual do Simples Nacional - Microempreendedor Individual (DASN-SIMEI) de situação especial, para o MEI que tenha sido extinto de 1º de janeiro a 31 de maio de 2012.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Simples Trabalhista

 


 Maioria dos debatedores rejeita projeto do Simples Trabalhista em audiência

Dos 16 convidados para a audiência pública sobre o projeto de lei que cria do Simples Trabalhista (PL 951/11), apenas três defenderam o texto: as confederações nacionais da indústria e do comércio (CNI e CNC) e o professor da Universidade de São Paulo (USP) José Pastore. Entre os que rejeitam a proposta, está o Ministério do Trabalho. O assunto, que atinge os empregados de micro e pequenas empresas, foi discutido em debate na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara.
O relator do projeto, deputado Guilherme Campos (PSD-SP), disse que vai sugerir algumas modificações, mas afirmou que é favorável aos pontos principais do texto. Segundo ele, não deve ser considerado um "sacrilégio" discutir os direitos trabalhistas.
"A nossa legislação trabalhista, que é do século passado, da Era Vargas, necessita de atualizações. O mundo de hoje é muito diferente do mundo da metade do século passado. Precisamos avançar", defendeu.
O professor e sociólogo José Pastore disse que 28 milhões de trabalhadores sem Carteiraassinada poderão ser beneficiados pelo projeto. Em relação à crítica de outros convidados de que o projeto cria um “trabalhador de segunda categoria”, Pastore disse que os trabalhadores sem registro seriam "promovidos", pois sairiam da “quinta categoria” onde estão.
Acordos
Pelo projeto, acordos coletivos poderiam fixar pisos salariais diferenciados para os empregados do Simples Trabalhista e até o trabalho aos domingos e feriados. Já um acordo por escrito entre empregado e patrão poderia dispensar o horário reduzido de trabalho durante o aviso prévio, dividir em seis vezes o pagamento do décimo terceiro e fracionar as férias em três.
Representante da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Roberto Miguel de Oliveira critica especialmente este tipo de acordo entre empregado e patrão, porque o trabalhador não teria como optar entre aceitar ou não as condições oferecidas. "Além de flexibilizar direitos, tira dos sindicatos o poder de fazer essa negociação de flexibilização, porque permite que o próprio trabalhador individualmente flexibilize seus direitos."
O juiz Germano de Siqueira, da Associação Nacional de Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), também criticou o texto. Segundo ele, a proposta possui várias inconstitucionalidades como a diferenciação do piso salarial. Siqueira disse que o piso é definido em função da complexidade da atividade profissional, que pode ser até maior em uma microempresa.
O projeto também reduz o FGTS devido pelas empresas de 8% para 2% do salário durante cinco anos. O procurador do Trabalho João Batista Machado Júnior disse que a medida incentiva a demissão do trabalhador após esse período. Já o representante da Confederação Nacional do Comércio, Alain Mac Gregor, afirmou que, hoje, esse trabalhador está desempregado.
"Neste caso (com a proposta aprovada), a gente teria um trabalhador com trabalho certo por cinco anos. O que é muito mais que a gente tem na média, hoje, nas próprias microempresas. A rotatividade é muito grande", argumentou Mac Gregor.
O projeto que cria o Simples Trabalhista, apresentado pelo deputado Júlio Delgado (PSB-MG), ainda será analisado por mais três comissões da Câmara após passar pela de Desenvolvimento Econômico.
Fonte: Agência Câmara

Governo pode reduzir impostos para baixar preço da energia

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse ontem (19) que o governo federal está estudando reduzir o preço da energia por meio da desoneração de impostos do setor energético. “A geração de energia não é cara. Ela vai se tornando cara na medida em que os impostos, tributos estaduais e federais vão incidindo sobre o preço das tarifas”, disse o ministro, durante evento da Conferência das Nações Unidas, a Rio+20.

Atualmente, são cobrados dez encargos setoriais nas contas de luz, mais os impostos federais, estaduais e municipais. Segundo o Instituto Acende Brasil, os encargos e impostos representam 45,36% do total da conta de luz. No mês passado, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a redução da Conta Consumo Combustível (CCC), um encargo pago por todos os consumidores brasileiros para financiar o uso de combustíveis para geração de energia termelétrica nos sistemas isolados.

Lobão admitiu, no entanto, a possibilidade de o preço da gasolina aumentar. “Esse é um assunto que volta a todo momento, e estamos estudando essa questão permanentemente. Mas os preços não sobem na bomba de gasolina há mais de nove anos”, justificou o ministro.

Na semana passada, também durante a Rio+20, Lobão garantiu que não haveria reajuste da gasolina neste ano.

* Agência Brasil

Day1 | As Conexões Que Movem a Vida

photo Marcelo Sales

Marcelo Sales é um empreendedor, e um nerd, e tem muito orgulho disso. O primeiro negócio dele foi vender suco de uva na rua, e foi aí que as conexões começaram a mover sua vida. Sem dúvida, essa é uma das histórias mais incríveis do empreendedorismo brasileiro, contada com maestria e bom-humor fantásticos.


Co-realizador


Fonte: http://www.endeavor.org.br